O dom de amar me pertence,
O dom de escrever me obriga dizer,
Que coisas doces vêm e vão,
Que o amor vive no ar,
Nasce e morre.
O dom de sorrir me envolve em purezas,
E a vontade de ser feliz é maior que as palavras.
O dom e os dons são todos meus,
Sou louca o suficiente a me sentir dona.
Dona dos melhores dons,
Dona da minha felicidade, do meu saber, do meu amor.
Dons sempre vêm à mim, como ondas à bater as pedras,
Feito passarinho que sempre retorna ao ninho.
O dom que à mim pertence, será meu pra sempre.
O meu dom é o meu amor.
Autora: Sara Martins Batista, O9/O8/2O11.
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