Oi, Helo, Hola.

Tudo o que escrevo aqui é de minha autoria. Espero que, de alguma forma, você se identifique, e que ao se identificar, isso te enriqueça a alma, o ser, o coração e preencha sorrisos e até lágrimas vívidas em tua vida. Beijos imensos, Sara.

domingo, 28 de agosto de 2011

Aos amigos.

Eu me lembro de um passado recente,
Como se nunca me tivesse passado.
Relembro do futuro,
E recordo abraços.
Lembro da vida que tinha, a que sentia, e a que sonhava.
Lembro de músicas, violão, amigos.
Lembro como se fosse ontem...
E foi ontem (?)
Ontem foi o meu adeus.
Ontem foi o que nunca se repetirá.
Um ontem do hoje que eu desejaria mudar alguns detalhes.
Um ontem que hoje é um pouco vazio.
Estamos distantes. E vocês foram sempre primeiros!
Mas hoje, são um ontem...
Que guardo no peito.

                                                           Aos meus amigos. Os verdadeiros.
Autora: Sara Martins Batista, 28/O8/2O11.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Se for preciso.

Se for preciso eu corro.
Se for preciso eu fujo. Não deixo de lutar.
Se for preciso eu grito.
Se for preciso eu choro. Não vou desistir.
Não vou deixar de sonhar, nem vou fingir estar bem pra mim mesma.
Se for preciso eu finjo, mas pros outros.
Se for preciso finjo estar bem.
Se for preciso eu volto e choro mais um pouco.
Se for preciso eu sorrio. Porque é preciso e meu sorriso é maior que tudo.
Se for preciso vou ser feliz ali, se aqui não for preciso.

       estava no tumblr, quando surgiu-me a inspiração e eu acabei postando lá: tumblr.
Autora: Sara Martins Batista, 17.O8.2O11.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Dons.

O dom de amar me pertence,
O dom de escrever me obriga dizer,
Que coisas doces vêm e vão,
Que o amor vive no ar,
Nasce e morre.
O dom de sorrir me envolve em purezas,
E a vontade de ser feliz é maior que as palavras.
O dom e os dons são todos meus,
Sou louca o suficiente a me sentir dona.
Dona dos melhores dons,
Dona da minha felicidade, do meu saber, do meu amor.
Dons sempre vêm à mim, como ondas à bater as pedras,
Feito passarinho que sempre retorna ao ninho.
O dom que à mim pertence, será meu pra sempre.
O meu dom é o meu amor.

Autora: Sara Martins Batista, O9/O8/2O11.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Tempo Perdido.

Eu queria falar coisas sem sentido,
Fazer coisas sem motivos.
Desperdiçar o tempo com algo mais doce e sutil.
Olhar pro tempo e dizer que ele perdeu,
O que era meu continua comigo,
Nada será tomado...
Eu queria ser desiludida com a mais doce verdade,
Poder enxugar as lágrimas da chuva com um sorriso.
Poder dizer que É bom, e esquecer do foi.
Queria, por um instante, abraçar tudo aquilo que eu tinha,
E que me foi tomado aos poucos.
E eu boba, achando que sempre voltaríamos,
Cada vez mais, estamos indo.
Indo pra vida.

Autora: Sara Martins Batista, O3/O8/2O11.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Eu queria.

Eu queria ser poeta, a intelectual.
Queria mostrar a todos do que sei e do que não sei.
Mesmo sem me importar pro que pensam ou dizem...
Queria apenas mostrar que eu posso ser eu, e ser feliz.
Mostrar que não há motivos ou razões pra ser idiota.
Ser eu mesma acima de tudo, sem me importar.
Mas apenas mostrar que aqueles que lutam por si e pelos outros,
Vencem mais batalhas que os generais.
Eu queria mostrar ao meu pai que sou muito boa,
Mostrar que dinheiro não é nada comparado a um coração feliz,
Que há tropeços, e se for o meu, não continuarei ao chão.
Queria mostrar ao mundo o que eu posso fazer.
Que minha palavra vai além dos meus entendimentos
E que uma força maior me guia.
Eu queria ser poeta, e acabei sendo.
Delirando em sonhos ao relento.

Autora: Sara Martins Batista, O2/O8/2O11.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Tristeza sem fim.

Se rompes o mais profundo silêncio com lágrimas,
Teu coração destroçado está.
Se a dor desencadeia sem sessar,
Nem o choro te desperta.
A solidão corre por entre as veias,
E gotas amargas de desilusão escorrem aos olhos.
Dramático sentir, forte, intenso.
Destinado a desaguar, enobrecer o ser.
Se chove em teu ser, tempestade há de vir.
Se é primavera hoje, por um instante, depois por longos dias é deserto.
Esperanças indespertas,
Águas que te enchem e te despertam,
Pra solidão...
Se te enchem de incertezas,
As águas doces virão.

                    À minha amiga, Mel. Força minha linda, tô sempre contigo. Apenas confia.

Autora: Sara Martins Batista, O1/O8/2O11.